Página Inicial
  Cadastro
  Plugado
  Sociedades
  Culinária
  Cultura e Lazer
  Economia
  Espiritismo
  Informática
  Jogos
  Conteúdo
  Bate-papo
  Feiras e Eventos
  Fórum
  Jogos on-line
  Lista de FLOGs
  Mapa do Site
  Mural
  Palavras Cruzadas
  Receitas
  Pesquisas
  Pesquisa de artigos
  Pesquisa de filmes
  Pesquisa de receitas
  Publicidade
  Central de publicidade
  Conteúdo no seu site
  Estatísticas
  Propostas
 
 
42
usuários on-line
 
32634
integrantes

 

   Economia :: Artigos

 
 
Metodologia da Economia em três capítulos (capítulo II)
03/03/2003
 
Escrito por:
Manoel Ruiz
Deixar uma mensagem para o colaborador Enviar artigo para um amigo
 
Na área da Economia, onde a antiga escola clássica inglesa ou liberal aplicava o método dedutivo, afirmando que a economia é um mecanismo natural, motivo pelo qual não aprovava a intervenção do Estado na vida econômica. Os autores liberais que não aprovam até os dias de hoje a intervenção dos governos nos negócios particulares.Eles pregam a livre iniciativa, por conta de cada individuo .

As escolas liberais, admitindo o laissez- faire, laissez-passer (deixar fazer, deixar passar), veio do principio de que o homem age segundo seus interesses, para concluir algumas teorias que formam a economia clássica. A escola liberal ou clássica aplicou o processo de dedução lógica, partindo da verificação simples. Depois veio a escola austríaca, também conhecida de escola de psicologia, a qual aplicava o método dedutivo, essa escola foi fundada e chefiada pelo economista austríaco Karl Menger (1840-1921). Também se destacaram Fredrich von Wieser (1851-1926) e Eugen von Bohm-Bawerk (1851-1914).Os três autores alem do ponto de vista em comum, seus estudos eram em conjunto e também eram ligados por laços familiares.

A escola austríaca partiu da noção da utilidade marginal (a ultima porção de uma coisa que atende as nossas necessidades, possui tão-somente a utilidade marginal) para reduzir as suas principais teorias. Os economistas filiados à escola empregaram o processo de dedução psicológica. Surgiu a escola de matemática, que também seguiu os métodos dedutivos, que é próprio das ciências matemáticas, que sempre apresentava os fenômenos econômicos através das fórmulas de matemática.

Antoine A. Cournot (1801-1877) professor de Matemática e Filosofia da Faculdade de Lions (França). É o responsável pelas bases do processo matemático aplicado à economia, em 1938. O processo matemático desenvolvido no final do século XIX por Leon Walras (1834-1910) e Vilfredo Pareto (1848-1923), A escola matemática ´´e também conhecida pelos nomes de Suíça ou de Lausanne, mesmo sendo os três autores citados serem de origem francesa. Temos que frisar que Walras foi substituído por Pareto, na cadeira de Economia Política da Faculdade de Lausanne (Suíça).

Vamos focar a diferença entre a escola austríaca e matemática. A austríaca explica o valor dos bens econômicos por uma causa subjetiva ou psicológica, que se passa em nossa mente e deu origem à noção ou teoria da utilidade marginal (sastifação de uma necessidade proporcionada pela última quantidade de um bem econômico). A matemática deixa de lado o estudo das causas e focaliza o mecanismo da troca de bens e serviços e para isso estabelece as condições do equilíbrio geral do sistema econômico, estudando, principalmente, a teoria dos preços.

Depois do desenvolvimento da aplicação matemática aos fatos econômicos, é que nasceu uma verdadeira Economia Matemática e, com ela, mais recentemente, uma nova ramificação a Econometria, que vem do grego: oikonomia (economia) e metron (medida) que é a Matemática e a Estatística aplicadas a Economia. Os modernos processos de dedução matemática foram fundamentais para os economistas, levando-se em conta a importância dos problemas da macroeconomia, que como é sabido, abrange a teoria dos agregados econômicos, como, por exemplo, o produto nacional, o consumo, o investimento etc.

Método indutivo é o oposto do dedutivo, porque o raciocínio procede do particular para o geral ou dos efeitos para as causas, tem como base o princípio de que, nas mesmas circunstâncias, as mesmas causas produzem os mesmos efeitos. Vamos focar com um exemplo: Se nós não conhecêssemos a lei da gravitação. Lançamos uma maçã para o alto e ela cai; lançamos uma peteca e ela também cai. Tudo que lançamos para o alto veio ao chão. E diante desses acontecimentos particulares, que nós procuramos qual é a causa desses fenômenos e descobrimos que a causa é lei da gravidade ou a atração que a terra exerce sobre eles, a qual foi descoberta por Isaac Newton, importante matemático, físico e astrônomo inglês.

A história diz que, Newton descansando debaixo de uma macieira, um fruto caiu aos seus pés, e como na ocasião estudava as leis dos movimentos dos planetas (teoria de Kepler), este insignificante acontecimento, levou-o a refletir sobre a força que exerce sobre os corpos para o centro da Terra, como o fato da lua permanecer na órbita da Terra. Também fez considerações em relação aos planetas que giram em torno do Sol, e foi assim de raciocínio em raciocínio, que atingiu à concepção da grande teoria, depois confirmadas pelos seus cálculos.
 


 

 

   Imagens

 






Nenhuma imagem disponível


 

   Veja também

 
Resumo da Economia Brasileira em 2005
Proálcool e seu desenvolvimento
NAFTA (NORTH AMERICA FREE TRADE AGREEMENT)
A ALCA
Globalização

 



 
Desde 2003 - Sociedade Digital - Todos os direitos reservados