Existem duas formas distintas para se aplicar em ações, direta através da compra de ações ou adquirindo cotas de fundos de investimento em ações. O investidor devera analisar qual é a forma mais adequada ao seu perfil. Você poderá conhecer o seu perfil de investidor no www.sociedadedigital.com.br, no artigo Aprenda a Investir.
O investidor tradicional geralmente acompanha o mercado e adquiriu experiência ao longo do tempo, então sabe o momento certo de entrar e sair do mercado de ações, mesmo assim ainda corre algum risco. Depois vem os fundos de investimentos em ações, indicado para pequenos investidores, com pouca experiência, mas que queiram diversificar sua carteira.
Aplicar dinheiro no Brasil em ações, tem um certo risco para o investidor comum. Porem com a inflação controlada, algumas estatais já privatizadas e o incentivo por parte do governo, liberando o FGTS para que o trabalhador também tenha acesso à bolsa, como foi o caso da Petrobrás e Vale do Rio Doce. Podemos observar tendência de reversão de tal conceito. Quem aplicou o seu FGTS em ações da Petrobrás e Vale do Rio Doce obtiveram um bom rendimento, mas devemos lembrar que, que o FGTS só foi liberado para ações dessas duas empresas, em fundos específicos e em condições especiais. O presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) defende a popularização do mercado de capitais utilizando o FGTS, onde o trabalhador aplique e resgate diretamente na bolsa.
Ação é um título mobiliário que corresponde ao direito de uma fração de uma empresa, representando uma parte do capital social dela. Quem possui ações detém efetivamente uma parte da empresa, e por isso recebe parte proporcional do lucro
A empresa poderá lançar ações se seguir uma série de requisitos legais. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão que regula e fiscaliza os negócios neste mercado, incluindo as Bolsas de Valores e as empresas que têm ações e títulos mobiliários. Somente as empresas de capital aberto podem lançar títulos mobiliários no mercado, como ações e debêntures. Uma empresa, , pode ter capital aberto sem ter ações negociadas em Bolsa de Valores. Estar listada ou não na Bolsa depende dos interesses da empresa, que pode ter seu capital aberto apenas com o interesse de lançar debêntures.
O preço da ação é formado conforme as condições do mercado (oferta e procura) que refletem as condições estruturais e comportamentais da economia do país, do setor econômico e, sobretudo, às perspectivas futuras da empresa emissora e à política de dividendos. O valor das ações pode variar dependendo por exemplo, das condições de mercado e da percepção de risco dos investidores. Quando investidores compram ações de uma empresa, acredita que a esta terá lucro e que as ações vão se valorizar.
A variação do preço da ação se da por vários fatores o qual dividimos em dois grupos: 1º fatores internos da empresa: tais como lucros obtidos, taxa de crescimento fluxo de caixa que inclui os lucros e as reservas por exemplo, que a empresa dispõe para o seu crescimento. 2º fatores externos como: A situação econômica do país, alta taxa de juros (aumenta a rentabilidade da renda fixa e afetam os balanços), desestimula a compra de ações. Quando baixa a taxa de juros os investidores procuram as ações para uma maior rentabilidade. Se o governo concede benefícios fiscais e subsídios, as ações destas empresas tendem a se valorizar, são muitos os fatores que interferem na variação das ações. Então fique atento para não ter surpresas desagradáveis.
A evolução das ações pode ser acompanhada diariamente. No Brasil, esses índices são definidos pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) onde é concentrado o mercado acionário brasileiro. O Índice Bovespa, é composto pelas ações mais negociadas na Bolsa, o investidor pode acompanhar diariamente por jornais e revistas especializada, onde uma equipe de profissionais altamente qualificados e em constante sintonia com o mercado de ações, podem orientar os investidores, quais as ações que tem mais probabilidades para se valorizar, e a situação financeira da empresa, etc.
Ações ordinárias (ONs), são títulos representativos do capital de uma empresa, assim como as preferenciais. A diferença básica entre ONs e PNs é que as ordinárias dão direito a voto ao acionista, na Assembléia Geral Extraordinário, permitindo maior participação nos rumos da empresa. Os controladores da empresa têm que ter, no mínimo, 50% mais uma ação ordinária.
Ações preferenciais PNs, dão ao acionista preferência no pagamento de dividendos, ele recebe proventos antes dos detentores das ações ordinárias. Também os portadores das PNs têm preferência no recebimento de dividendos e restituição de capital no caso de extinção da empresa. A lei da Sociedade Anônima (S.A.), permite fracionar somente a metade das ações da companhia sem direito a voto.